Páginas

B lo g de D e s t a q u e s
F l o r i a n ó p o l i s, S C

Seja Bem-vindo!

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

7 de set de 2015

Enorme bola de fogo a partir do espaço testemunhado na Tailândia, explosões ouvidas (VIDEO) - RT Notícias

Enorme bola de fogo a partir do espaço testemunhado na Tailândia, explosões ouvidas (VIDEO) - RT Notícias:

© Porjai Jaturongkhakun
Uma bola de fogo enorme, que se acredita ser um meteorito, caiu em Tailândia. Pendulares Awestruck testemunhado o espetáculo, descrevendo um brilho verde e laranja, como ele teve uma queda livre em direção à Terra.
O evento teve lugar durante a hora do rush da manhã em cerca de 08:45 hora local em Bangkok, embora o meteoro não fazer um som audível como ele atingiu o chão.
O tamanho da bola de fogo é considerada bastante substancial, como moradores do distrito Sisawat na província de Kanchanaburi, alguns 200 quilômetros da capital, também descreveram ter visto o meteorito. Eles dizem que também ouviu uma explosão estrondosa, de acordo com a Thai PBS.
Alguns até disseram ter ouvido duas explosões, então uma equipe de trabalhadores de resgate foi enviado para o local do acidente, onde foi assumido ser.
Embora algo dessa magnitude pode potencialmente encher as pessoas com uma mistura de admiração e temor, um meteorologista entrevistado na rádio local diz coisas como essa não são um grande evento, e acontecem o tempo todo. Ele admitiu, no entanto, que este não era um pequeno meteorito por qualquer medida.
Todos os serviços ligados à aviação rapidamente dissipado suspeitas que poderia ter sido algum tipo de catástrofe aérea; nenhuma aeronave estavam na área.
Vídeos do YouTube começaram a surgir quase que imediatamente.
Eventos deste tipo acontecem ocasionalmente, e sem aviso, como os russos descobriram há dois anos.
Russos na região de Chelyabinsk estão ainda um pouco abalada a partir do evento devastador. Ninguém viu a vinda de meteoros - que 1.200 pessoas feridas e edifícios danificados.
'via Blog this'

2 de mai de 2014

"Futilidades da web desmobilizam a juventude", diz autor

Segundo o escritor cubano Abel Prieto Jiménez, as pessoas se conformam com cápsulas de informação e não se aprofundam em nada
Sérgio Amaral
Abel Prieto
O escritor cubano Abel Prieto
Ser culto é a única forma de ser livre, vaticinou o poeta e filósofo José Martí, herói da Independência de Cuba. O Apóstolo, como era chamado, não pôde, porém, ver o sonho realizado. Morreu em confronto com as tropas espanholas em 1895, quando a esmagadora maioria da população da ilha caribenha ainda permanecia presa ao analfabetismo. Hoje, passados mais de 50 anos da revolução socialista liderada por Fidel Castro, Cuba orgulha-se de ter um dos melhores indicadores de alfabetização e escolaridade do mundo, líder absoluta na América Latina.
Mas nem tudo são flores, alerta o escritor Abel Prieto Jiménez, ministro da Cultura de Cuba de 1997 a 2012. A queda do número de leitores de livros, verificada em quase todos os cantos do planeta, também preocupa as autoridades cubanas. Assim como o avanço de uma indústria do entretenimento cada vez mais focada em futilidades. “Isso arrasta os jovens para um mundo frio, que os desmobiliza do ponto de vista intelectual e da transformação social”, avalia Prieto, hoje assessor de Raúl Castro.
Em passagem por Brasília, onde participou da 2ª Bienal do Livro, o escritor conversou por cerca de uma hora e meia com CartaCapital. Defendeu a criação de núcleos de resistência à hegemonia da cultura norte-americana e falou sobre os projetos em parceria com o Brasil, como a construção do Porto Mariel e o programa Mais Médicos. “As parcerias econômicas são prioritárias, mas podemos fazer muito mais no campo da cultura”.
Confira, a seguir, os principais trechos da entrevista.
CartaCapital: Durante a Bienal do Livro, o senhor disse que Cuba ainda não superou o colonialismo cultural. Por quê?
Abel Prieto: Na verdade, o fenômeno é mundial. A chamada indústria do entretenimento, hegemônica, impõe modelos de consumo cultural em toda parte. A estratégia é associar a felicidade ao consumo. Estive em viagem pela Europa e havia uma publicidade delirante em meio à crise, para que os europeus continuassem a consumir freneticamente. Também cultua-se a cultura inútil. A cantora Lady Gaga talvez seja a pessoa de maior destaque no Twitter. Pessoas sem nada a oferecer têm milhões de seguidores nas redes sociais: futebolistas, celebridades. Isso arrasta os jovens para um mundo frio, que os desmobiliza do ponto de vista intelectual e da transformação social.
CC: A cultura está mais frívola, é isso?
AP: Essa é uma preocupação até mesmo para o escritor peruano Vargas Llosa, um ardoroso defensor do neoliberalismo. Llosa é um homem muito talentoso, mas sua atividade política é abominável. Ele está para o neoliberalismo como Doutor Jekyll está para Mister Hyde (em alusão à novela O médico e o Mostro, de Robert Louis Stevenson). De toda forma, no livro “A Civilização do Espetáculo”, ele faz uma interessante reflexão em cima de conceitos de outros autores, como Adorno e Horkheimer, da Escola de Frankfurt. Llosa está sangrando porque seus livros são muito bons, mas vendem muito menos que antes. As obras mais vendidas em todo o mundo são as de autoajuda.
CC: O número de leitores também está em queda.
AP: É verdade, inclusive em Cuba. Em geral, há uma tendência de ler menos. Alessandro Baricco, um grande escritor italiano, tem uma coleção de artigos sobre esse fenômeno, chamada “Os bárbaros”. É um compêndio de textos que publicou em sua coluna no jornal La Repubblica. Segundo ele, em termos de informação, a civilização de hoje se caracteriza pelo surfe, isto é, por navegar pela superfície das ondas, mas nunca aprofundar em nada. As pessoas se conformam com cápsulas de informação. Isso, lamentavelmente, ocorre em todas as partes do mundo.
CC: O que fazer diante deste cenário?
AP: Saí de um congresso da União de Escritores e Artistas de Cuba antes de viajar ao Brasil, e neste encontro se discutiu muito sobre o que era possível ser feito. Temos algumas vantagens. Os meios de comunicação, em Cuba, não são privados. São estatais. Todas as escolas são gratuitas, universais e controladas pelo Estado. Praticamente toda a população infantil está escolarizada, não há analfabetismo. Por isso, acreditamos ser possível trabalhar com os professores das escolas, com as instituições culturais de cada município, com os museus, as bibliotecas, as casas de culturas, os instrutores de arte, para sensibilizar a população. Não adianta proibir nada. Primeiro, porque é inútil tentar proibir que esse tipo de mensagem, frívola e globalizadora, chegue até nós. Além disso, a proibição tende a ter um efeito contrário.
CC: Aguça ainda mais a curiosidade pelo proibido...
AP: Sim, pode se tornar ainda mais atrativo. Em vez de proibir, acredito ser mais efetivo ter ações direcionadas para que os modelos de consumo cultural sejam mais autênticos, tenham mais relação com uma cultura humanística. O entretenimento não precisa ser idiotizante. Fernando Martínez Heredia, um grande ensaísta cubano, dizia ser possível sentir prazer com uma cultura que faça ascender a condição humana. É o que devemos perseguir. Uma das coisas mais dolorosas é o abandono do bom cinema. Conseguimos, nos 1960 e 1970, que a população tivesse acesso a uma cultura cinematográfica notável. Conhecíamos bem o cinema brasileiro. Glauber Rocha era um ídolo em Cuba. “Deus e o Diabo na Terra do Sol” e “Terra em Transe” tiveram um sucesso estrondoso. Assim como os filmes de Buñel, Godard, entre outros. Conhecemos o cinema de vanguarda europeu, o cinema experimental dos Estados Unidos, o cinema latino-americano. A criação do Instituto Cubano de Arte e Indústria Cinematográfica representa a tentativa de desenvolver um cinema nacional. Responsável por este projeto, Alfredo Guevara se correspondia com Vittorio de Sicca e outros grandes cineastas europeus, convidados a vir para Cuba para incentivar os jovens cineastas cubanos de então, a exemplo de Gutiérrez Alea, Santiago Álvarez e Humberto Solás, as primeiras grandes figuras do cinema cubano. Era um cinema de altíssima qualidade.
CC: Mas o grande público aprecia este tipo de cinema?
AP: Também havia a preocupação de formar um público para o cinema em escala massiva. E isso de fato ocorreu. Eu desfrutava do cinema de Bergman, de Kurosawa, todo o grande cinema universal, em sua versão descolonizada, não com o modelo ianque. Hoje, sobretudo os jovens, consomem um cinema péssimo, que tem um ritmo frenético. A cada momento é preciso ter uma morte para manter a atenção do público, ou ao menos uma cena erótica. Lembro-me de uma feira do livro na Rússia, e eles fizeram uma mostra de cinema muito boa, com a exibição de uma versão mais antiga de Crime e Castigo. E isso me preocupou, porque em todo o livro não há mais do que dois mortos, como então prender a atenção do público por duas horas?
CC: Dostoiévski, hoje, seria um grande fracasso...
AP: Não tenho dúvidas, porque é muito baixa a frequência de assassinatos (risos). O cinema cultuado hoje cria um espectador mais interessado nos efeitos especiais do que na mensagem, e ele acaba por inabilitar os espectadores a apreciar o cinema de qualidade. Qualquer filme mais elaborado pode aborrecer o espectador. Recentemente, a Associação Hermanos Saíz, de jovens artistas e escritores cubanos, iniciou um projeto de cineclube muito bom. Eles levam às universidades filmes de mais qualidade. Apesar de todos os problemas, há uma semente. Realizamos todos os anos, por exemplo, o Festival de Cinema Francês, que percorre todos os municípios e tem uma massa de espectadores maior do que a existente na própria França.
CC: É impressionante. Cuba tem 11 milhões de habitantes. Como pode ter mais apreciadores do cinema francês que a própria França, com 65 milhões de cidadãos?
AP: Foi o que me garantiu o embaixador francês em Cuba. Na França, os distribuidores são obrigados a ter uma cota de cinema nacional, mas o que se assiste é o cinema hollywoodiano. Para mim, o povo cubano deve ter referências diversas, plurais. A cultura tem muitas formas de se manifestar. A supervalorização dos efeitos especiais é uma demonstração da decadência de Hollywood. Repare que a propaganda foca muito em quanto custou o filme. É como se qualidade e dinheiro andassem juntos, mas normalmente é o contrário. Assisti à nova versão de O Grande Gatsby. O filme de 1974, com Robert Redford, não é uma obra prima, mas tem uma intensidade dramática que faz jus ao romance de Scott Fitzgerald. Na versão atual, com Leonardo Di Caprio, isso não existe. Torna-se mais importe o cenário, os efeitos deslumbrantes. Há um culto excessivo à tecnologia.
CC: E como o senhor avalia a emergência da internet como um novo difusor de padrões culturais?
AP: Em Cuba, temos um grave problema de conectividade, que ainda não conseguimos resolver. Está crescendo pouco a pouco. Quase todos os jovens têm uma conta no Facebook e utilizam as redes sociais, mesmo com uma conexão lenta. Mas a maioria das pessoas não tem internet em casa. A Associação Hermanos Saíz tem salas de navegação espalhadas por todo o país. São muito lentas, é verdade, mas existem. As bibliotecas municipais e os clubes de computação também têm. A internet é uma forma nova e fascinante de se comunicar. Mas também há experiências ruins, como a da rede social Zunzuneo, que, descobriu-se mais tarde, era desenhada e financiada pela Usaid (Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional), com o objetivo de difundir conteúdos mentirosos e subversivos (a rede social parou de funcionar em 2012). Mas não há nenhuma reação ou temor em relação às possibilidades que a internet representa. Precisamos continuar investindo para aumentar a conectividade.
CC: Certa vez, o senhor comentou que o primeiro livro editado pelo regime socialista cubano não era um manual revolucionário, e sim o clássico Dom Quixote, de Miguel de Cervantes.
AP: É um símbolo de como enxergávamos a transformação do ser humano por meio da cultura. Há muita gente cínica ou cansada que diz não ser possível fazer nada, não dá para ganhar a batalha cultural. Mas devemos criar núcleos de resistência. Acredito que a derrocada do socialismo na União Soviética e nos países da Europa Oriental ocorreu porque eles perderam a batalha dos símbolos, a batalha cultural. Os próprios filmes causavam uma fascinação pelo Ocidente. O socialismo deve ser o reino da liberdade. José Marti, herói da independência de Cuba, dizia que ser culto é a única forma de ser livre. Até para não se deixar manipular, não ser manipulado. Para não cair na teia da aranha, é preciso ter referências culturais. A resposta tem de ser cultural.
CC: Ainda faz sentido encarar a questão nos moldes da guerra fria, como uma batalha cultural em curso?
AP: Em 2005, os Estados Unidos fizeram dezenas de documentários sobre os 50 anos dos ataques com bomba atômica em Hiroshima e Nagasaki. E a tese defendida era a mesma: Trumann ordenou o ataque para forçar a rendição do Japão o mais rápido possível e, assim, poupar a vida de milhares de pessoas com o prolongamento da guerra. Essa mentira se repetiu tanto que ganhou ares de verdade, como se o Japão já não estivesse praticamente derrotado. A verdade é que aquele feito horrível provocou a morte de centenas de milhares de civis e deixou sequelas atrozes aos sobreviventes. Foi uma demonstração de força contra os soviéticos, para amedrontar o bloco que uniu em torno das ideias do socialismo. Mais recentemente, Estados Unidos e Israel foram os únicos dois países que votaram contra a Convenção pela Defesa da Diversidade Cultural. Veja o quão importante para eles é manter o monopólio da indústria cultural hegemônica. Não se trata apenas de preservar uma indústria que gera muito lucro. É uma guerra de caráter ideológico.
CC: E a reforma na economia cubana? Houve avanços?
AP: Sim, há uma mudança em curso. Hoje, temos cerca de 500 mil trabalhadores que não são mais estatais. Atuam no setor privado, em cooperativas, sobretudo no setor de serviços ou na agricultura, utilizando o campo para seu usufruto. É uma batalha tremenda contra a burocracia, por uma administração racional.
CC: Qual é o objetivo da reforma? A inspiração vem da China?
AP: Não, não. Fidel Castro sempre foi crítico à cópia de modelos estrangeiros. No passado, nós copiamos dos soviéticos a forma de dirigir a economia, a forma de administração. Tivemos de rever tudo. O desafio, agora, é criar algo novo, o que Raúl Castro chama de socialismo próspero e sustentável, cuja célula fundamental é a empresa estatal socialista modernizada, com muito mais atribuições. Veja o caso do projeto que o Brasil está participando, do Porto Mariel. Estamos criando uma carteira de projetos para os investidores estrangeiros que tragam real benefício para nós. Não temos tecnologia nacional para extrair petróleo do mar, em uma região que se supõe possuir petróleo. Inevitavelmente, teremos de nos associar a países que tem a tecnologia para isso, como Venezuela ou Brasil. A empresa socialista com novas atribuições é a chave do sucesso.
CC: Criou-se uma zona econômica especial para acomodar as empresas estrangeiras no projeto do Porto Mariel. Em que essa iniciativa difere da experiência chinesa?
AP: Já tivemos outras zonas econômicas especiais e experiências do tipo. Mas acredito que nós estamos obrigados a não copiar modelos de fora. Podemos encontrar experiências interessantes em outros países, como as cooperativas de agricultura existentes no Brasil, e ver como poderiam ser úteis a Cuba. E ninguém ficará desamparado. Fizemos um estudo com toda a população infantil cubana, para investigar onde poderia haver desnutrição. E identificamos uma porção ínfima de casos. Não fechamos os olhos, essas famílias estão recebendo um tratamento diferenciado.
CC: Recentemente, o governo brasileiro contratou centenas de médicos cubanos para atuar em hospitais públicos de áreas remotas ou nas periferias das grandes cidades. E houve uma forte campanha contrária encampada pelos médicos brasileiros...
AP: Essa campanha contrária tende a se diluir, porque a população saberá reconhecer o trabalho dos médicos cubanos. Eles não estão só aqui. Estão no Haiti desde muito antes do terremoto. Estão na Venezuela, na Bolívia. Vi relatos comoventes, como o de um indígena boliviano que, pela primeira vez, teve contato com um médico que o tocou. O racismo contra os indígenas era tão ferroz naquela localidade que os médicos brancos não se davam ao trabalho de tocar no paciente. Os índios eram intocáveis, assim como os dalits da Índia. Acredito que a conduta generosa, sensível e humilde dos médicos cubanos levará a um índice de aprovação realmente impressionante.
CC: A apropriação de parte do salário dos médicos pelo governo cubano também é alvo de críticas.
AP: Pois a classe médica foi um dos primeiros setores da economia cubana a passar por reforma e ter melhorias salariais. Os médicos ganham mais do que qualquer outro trabalhador em Cuba, até porque fazem um trabalho notável. É verdade que precisamos elevar os salários de todos. Mas Raúl Castro foi muito franco ao falar aos trabalhadores: a remuneração vai depender da produtividade do país. Muita gente não está preocupada em preservar seu trabalho, então produz sem empenho. Para romper com esse círculo vicioso, a produtividade precisa ser recompensada. Gastamos 2,2 milhões de dólares com importação de alimentos, mas ainda temos terra fértil sem cultivar.
CC: Qual é o grande objetivo de Porto Mariel? Abastecer o mercado cubano ou também ser uma plataforma regional?
AP: É claro que, por sua posição geográfica, Cuba ocupa um espaço privilegiado em todo o Caribe. Pode ser, sim, uma plataforma regional. Mas há outra vantagem extraordinária. A cidade velha de Havana é uma atração turística importantíssima. É realmente uma cidade deslumbrante, comparável a Cartagena das Índias, na Colômbia. O porto de Havana tem potencial para receber turistas e, com a inauguração de Porto Mariel, deixará de receber cargas, será possível limpar a região. A grande maioria dos turistas passa por Havana Velha. Visitam Varadero e outras cidades, mas não deixam de passar um dia ou dois em Havana.
CC: Mas o bloqueio imposto pelos Estados Unidos não atrapalha os planos de transformar Porto Mariel em uma plataforma regional? Ou Cuba aposta no fim das sanções?
AP: É difícil prever o fim do bloqueio. Há uma percepção mundial de que o governo Obama é mais flexível conosco, mas não é bem assim. De fato, Bush fechou completamente a fronteira, os intercâmbios acadêmicos, de artistas. Mostrava a cara ferroz do Império. Obama é um homem mais inteligente, de outro perfil. Permite artistas cubanos em premiações do Grammy, libera shows do Buena Vista Social Club. Autoriza viagens de acadêmicos americanos interessados em conhecer Cuba. Mas a burocracia do Departamento do Tesouro do governo Obama é mais eficaz na perseguição dos bancos que mantém transações com Cuba, das empresas que negociam conosco. Acredito que a cúpula americana tem muito medo dos grupos extremistas de Miami. Há pesquisas que atestam: a maioria da população americana é favorável à normalização das relações com Cuba. Mas essa turma de Miami tem muito poder, mantém o discurso do ódio. Não acredito que o bloqueio inviabiliza o Porto Mariel, mas sem duvida o seu fim multiplicaria as oportunidades de negócios.
CC: Qual é o peso do bloqueio hoje? Diversas nações negociam com Cuba, como Venezuela, Espanha e o próprio Brasil...
AP: Sim, mas com muita dificuldade. O custo do frete, por exemplo, é altíssimo. Um barco que aporta em Cuba não pode, por seis meses, entrar nos Estados Unidos. Evidentemente, as empresas de transporte cobram por isso, pois podem perder oportunidades de negócios com os Estados Unidos. Se uma empresa europeia tem sócios ou uma subsidiária nos Estados Unidos, não pode negociar conosco. É algo realmente asfixiante. Há um fator irracional de ódio e vingança nesse núcleo de Miami, que encontrou em Bush uma força nunca antes vista.
CC: E as relações comerciais com o Brasil? Devem aumentar?
AP: Há, de fato, uma proximidade entre os dois países. Mas acredito que podemos avançar mais, e não apenas em acordos comerciais. É possível estabelecer mais intercâmbios culturais, desenvolver o turismo, há muita simpatia entre os povos. Temos culturas mestiças, muitos aspectos em comum. A música brasileira é muito apreciada em Cuba. Os Últimos Soldados da Guerra Fria, livro de Fernando Moraes sobre os cinco cubanos presos nos Estados Unidos por denunciar planos de terrorismo contra Cuba, foi um best seller. As parcerias econômicas são prioritárias, mas podemos fazer muito mais no campo da cultura.

Fundan en Sevilla una nueva hermandad feminista del Sagrado Coño Insumiso, que fue procesionado con motivo del Primero de Mayo contra la explotación y la precariedad

FRANCISCO ARTACHO / Sevilla / 1 May 2014 2
El nuevo coño insumiso de Sevilla.// LAURA LEÓEl nuevo coño insumiso de Sevilla.// LAURA LEÓ
Por segunda vez en menos de un mes un coño insumiso ha procesionado por las calles de Sevilla. Ha sido la Hermandad del Sagrado Coño Insumiso a la Explotación y la Precariedad, recientemente fundada en la ciudad, la encargada de procesionarlo, sin que faltara un solo detalle. Nazarenas vestidas de negro y con el rostro cubierto con tela de colores, mantillas, saetas, plegarias y hasta bailes por sevillanas han acompañado al coño insumiso, que se suma a los que ya existen en Málaga y Bilbao. “Nuestras vidas y nuestros cuerpos no son mercancías en manos del poder político y económico, del gobierno, la patronal, la Iglesia Católica o los machitos y machotes”, clamaron las hermanas feministas, que celebraron de esta particular forma el Primero de Mayo.
Sobre las 12 de la mañana, en la plaza del Pumarejo, el coño insumiso salió en procesión escoltado por un fuerte dispositivo policial. -Podemos decirle que se pongan plumas y hagan de ‘armaos’-, bromeaba una chica vestida con peineta y mantilla. El recorrido de la vulva gigante por las calles del centro, sostenida por cuatro portadoras, no dejaba indiferente a nadie.“Cómo se están poniendo las cosas, ahora van pidiendo aborto libre. Lo próximo qué va a ser,  ¿que les den una casa, ¿no?”, exclamó una señora, con la cara completamente desencajada, desde el interior de una farmacia de la céntrica calle Feria, en la que se refugió al ver semejante escultura.
“Estamos hasta el coño de que nuestro trabajo remunerado valga mucho menos que el de los hombres, y de que el trabajo doméstico y de cuidados que hacemos en los hogares no valga absolutamente nada, que no se vea, que no se valore. Estamos muy hartas de pasarnos la vida cuidando al resto y que a la vejez nos ‘den’ una pensión no contributiva. ¿De verdad no hemos contribuido? Las mujeres curramos más que nadie y estamos hasta el jigo de seguir invisibilizadas”, continuó la nazarena encargada de la lectura del manifiesto.
Fue el pasado 10 de abril cuando un grupo de la CGT sacó a procesionar por Sevilla el Santísimo Coño Insumiso y el Santo Entierro de los Derechos Sociolaborales, de titularidad malagueña, y que fue cedido para aquella ocasión al sindicato anarquista. Pero el que hizo su salida procesional coincidiendo con la jornada de lucha del Primero de Mayo es ya de Sevilla y de su hermandad feminista. “Somos las mujeres. Somos las lobas, las locas, las estudiantes, las putas, las precarias, las paradas, las bolleras, las heteras insumisas, las viejas, las niñas, las gordas, las flacas, las feas e incorrectas, las migrantes, las diversas funcionales, las brujas, las blancas, las madres, las abortistas, las negras, las latinoamericanas, las gitanas y las musulmanas, somos las violadas, las muertas, las maltratadas, las vejadas, las ocultas, las prohibidas, las insensatas, las feminazis, las radicales, las pesadas, las quemadas en la hoguera…”. De esta forma se presentó la nueva hermandad, que durante más de tres horas procesionó a su venerable imagen bajo un intento calor, y a la que incluso se le ha practicado un“besaclítoris”, imitación sarcástica de los tradicionales besamanos de las imágenes religiosas convencionales.

Además de estación de penitencia, la marcha ha tomado por momentos aspecto de romería. Así, se le ha bailado en diferentes puntos unas sevillanas reivindicativas y feministas: -Ay patriarcado, ay patriarcado, me vas a comer ‘to er coño’ a lametazos-, terminaba una de las coplillas. “Nos re-apropiamos de sus códigos, sus discursos y sus prácticas, y le damos la vuelta hasta la subversión, tomando las calles para dejar muy claro que estamos hasta el coño de tantos cojones. No vamos a tolerar que se eliminen nuestros derechos, se nos reprima y se nos invisibilice”.

Entre vivas al coño, al coño que parió al coño y al multiorgasmo, la procesión feminista continuó su trayecto, pasando por la Basílica de la Macarena. “Vamos a ver a Quipo de Llano”, dijo una peregrina mientras el coño insumiso se enfilaba hacia el Arco de la Macarena. Al mismo tiempo, desde el templo, salía una comitiva de la Hermandad Nuestra Señora del Mar, de Isla Cristina (Huelva), que finalizaba su visita a la Virgen de la Macarena. El fortuito encuentro se produjo entre las risas y el asombro de los peregrinos onubenses.
El encuentro final de la Hermandad del Sagrado Coño Insumiso se realizó junto al Hospital Virgen del Rocío, en el que la comitiva se encontró con la manifestación del Primero de Mayo convocada por los sindicatos alternativos, que recibieron a la imagen con aplausos y vivas.
INCIDENTE CON UN PERRO
La procesión se realizó sin incidentes destacables, aunque se vio empañada por un incidente entre un perro y una manifestante. En la calle San Luis, al inicio de la marcha, dos perros comenzaron a pelearse, con la mala suerte de que entre ambos se cruzó una chica y uno de los animales le mordió en una pierna ocasionándole heridas de consideración.

GPS genético calcula as nossas coordenadas geográficas ancestrais

O Geographic Population Structure – ou GPS – é um software que permite, a partir da leitura de bocadinhos do ADN de qualquer pessoa, dizer de onde vieram os seus antepassados.
São cada vez mais as pessoas que recorrem à genética para tentar saber de onde vieram os seus antepassados NUNO FERREIRA SANTOS
Uma equipa internacional de cientistas desenvolveu uma ferramenta informática que permitiu identificar, em 83% dos casos, o país de origem de centenas de pessoas de todo o mundo com base no seu ADN. Os resultados, que segundo os autores têm implicações para a história das migrações humanas, as ciências forenses e a medicina personalizada, foram publicados na edição desta semana da revista Nature Communications.
E mais: quando aplicado a cerca de 200 habitantes de dez aldeias na Sardenha, uma população com séculos de insularidade e endogamia, a ferramenta – baptizada Geographic Population Structure ou GPS – conseguiu “geolocalizar”, tal como o autêntico GPS por satélite, a área de residência de todos eles com uma precisão de 50 quilómetros… e até, em 25% dos casos, a sua aldeia. O mesmo aconteceu com 20 ilhas da Oceânia, onde 90% das pessoas cujo ADN foi analisado foram atribuídas à ilha certa pelo algoritmo, desenvolvido pela equipa de Eran Elhaik, da Universidade de Sheffield (Reino Unido), e Tatiana Tatarinova, da Universidade da Califórnia do Sul (EUA).
O GPS não é o primeiro método a utilizar a genética para mapear a nossa geografia ancestral. “Nas últimas quatro décadas, os especialistas (…) têm-se esforçado por atingir esta meta, mas com um sucesso limitado”, escrevem os autores. De facto, os algoritmos utilizados até aqui “apenas conseguiam atingir uma precisão de 700 quilómetros na Europa e eram muito imprecisos em todos os outros sítios”, acrescentam.
Existem empresas que comercializam online análises de ancestralidade genética. Por uma centena de dólares, podemos comprar um kit, recolher um pouco de saliva e fazer um teste. A seguir, a “leitura” de uma série de mutações genéticas pontuais, ou SNP, contidas no ADN dessa amostra biológica – e ali gravadas ao longo das gerações – permite reconstituir, nas suas grandes linhas, o rasto genético que persiste em nós da história e das deslocações dos nossos antepassados.
Porém, para desenvolver o GPS, os autores recorreram agora a um kit que afirmam ser muito mais preciso do que qualquer outro: o GenoChip, comercializado pela revista National Geographic nosite do seu Genographic Project. Este teste contempla dezenas de milhares de SNP, distribuídas por todo o genoma, que se pensa serem particularmente informativas em termos de ancestralidade. Por outro lado, os cientistas também utilizaram amostras de ADN vindas do Projecto 1000 Genomas, que embora não esteja aberto à participação pública já permitiu sequenciar a totalidade do ADN de uma série de pessoas pertencentes a diversas populações humanas.
Geolocalização genética
O GPS genético que agora apresentaram foi desenvolvido para determinar a origem geográfica de uma dada pessoa. Só que, quando a pessoa pertence a uma população heterogénea do ponto de vista genético – fruto de sucessivas migrações e invasões ao longo da sua história –, o método serve sobretudo para identificar o local de origem ancestral e não o local de residência, explica a revista Nature num artigo jornalístico publicado no seu site.
“O que de facto descobrimos é uma maneira de determinar, não onde nasceu uma pessoa – essa informação consta do nosso passaporte –, mas sim onde é que o ADN dessa pessoa se formou, por vezes até há mil anos, devido a processos de mistura genética” de diferentes populações, diz Elhaik em comunicado da sua universidade. “E o que é notável é que conseguimos localizar com precisão a aldeia onde os antepassados de cada pessoa viveram há centenas e centenas de anos – algo que até aqui nunca fora possível.”
Tirando algumas excepções, a mistura genética costuma ser a regra nas populações actuais. E para Elhaik, também citado pelaNature, essa terá sido a razão pela qual só 83% das mais de mil pessoas por eles testadas no total foram devidamente colocadas no seu país de origem pelo GPS genético. Nos 17% restantes, o “erro” deveu-se provavelmente à história migratória dos seus antepassados.
Um exemplo particularmente ilustrativo – e diametralmente oposto ao da Sardenha – foi o do Kuwait. “As pessoas do Kuwait (…), originárias da Arábia Saudita, do Irão ou de outros locais da Península Arábica, foram atribuídas [pelo GPS] a essas regiões e não ao seu local de residência actual”, escrevem os cientistas.
Claro que não se tratou de um engano, mas apenas de um reflexo da diversidade étnica daquele país. “O facto de ter colocado os kuwaitianos no Irão e países circundantes não foi um erro, porque é mesmo dali que eles vieram”, frisa Elhaik. “E o mesmo vai acontecer com os norte-americanos actuais: a maioria deles vai ser mapeada para qualquer outro sítio que não os EUA.”

31 de jan de 2014

'Capotamos uma vez e Isis só teve um arranhão', diz amigo de atriz

EGO -notícias de Famosos

O produtor Gabriel Maciel estava junto com a atriz e a prima dela na hora do acidente, ocorrido na madrugada desta sexta-feira, 231.

Carol Marquesdo EGO, no Rio
Biel Maciel (Foto: Instagram / Reprodução)Gabriel Maciel levou Isis para o hospital: "Ela
nem achava que precisava ir para o hospital"
(Foto: Instagram / Reprodução)




O acidente sofrido por Isis Valverde na madrugada desta sexta-feira, 31, no Rio de Janeiro, aconteceu muito próximo da casa da atriz, no Itanhangá, Zona Oeste do Rio. Ela estava dormindo no banco do carona quando a prima dela, Mayara, perdeu o controle do carro, bateu em um barranco e capotou. Com elas, estava o produtor e ex-Papaquito Gabriel Maciel, que nada sofreu. "Eu estava meio cochilando, a Isis dormia no banco da frente quando a Mayara perdeu o controle em uma curva e capotamos uma vez. E não cinco como estão dizendo por aí. Se fosse assim não estaríamos vivos", conta Gabriel, que retirou a atriz do carro: "A Isis estava bem, foi tudo muito rápido, ficamos meio atônitos, e ela tinha apenas um arranhão perto do pescoço por causa do cinto" .
Segundo Gabriel, Isis Valverde foi para casa de táxi. "Estávamos muito perto mesmo da casa dela e não tinha necessidade da Isis esperar a ocorrência. Eu fui com ela em casa e voltei para ajudar a Mayara. Depois fui até a casa dela e levei a Isis para o hospital. Isso deve ter sido quase de manhã", descreveu Gabriel que afirma, que a prima de Isis não haviam bebido: "O menos sóbrio era eu, mas estávamos tranquilos".
Gabriel permaneceu com Isis no hospital por pouco mais de duas horas. "Depois fui ver se tinha acontecido alguma coisa comigo, né? Mas não sofri nada. A Isis não reclamou de dor nem nada, ela nem achava que precisava ir ao hospital. Como eu disse, havia um arranhão no pescoço porque o cinto dá uma travada nestas casos", explica Gabriel.
Eu estava meio cochilando, a Isis dormia no banco da frente quando a Mayara perdeu o controle em uma curva e capotamos uma vez. E não cinco como estão dizendo por aí. Se fosse assim não estaríamos vivos"
Gabriel Maciel
Festa entre amigos
Antes do acidente que sofreu na madrugada desta sexta-feira, 31, Isis Valverde foi ao Bar da Bud, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. No perfil de uma funcionária do estabelecimento, a atriz aparece sorridente em foto feita momentos antes da colisão. "Linda como sempre @ isisvalverde", escreveu a fã, em rede social, por volta das 3h da manhã.
Isis Valverde antes do acidente (Foto: Reprodução/ Instagram)Isis Valverde antes do acidente
(Foto: Reprodução/ Instagram)
A banda Brassalis, que se apresentou no local na noite desta quinta-feira, 30, compartilhou também no Instagram oficial da banda uma foto com Isis. "Gente acabamos de saber do acidente da nossa querida @isisvalverde ela estava ontem com a gente em nosso show na Barra e tudo indica que aconteceu depois que ela saiu do nosso show. Que Deus a proteja, e que fique boa logo!", escreveu.
Entenda o caso
Isis Valverde sofreu um acidente de carro nesta sexta-feira, 31, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da atriz no início desta tarde. Segundo o empresário Marcio Dasmasceno, o acidente aconteceu por volta das 3h30 da manhã, quando ela voltava de uma festa com a prima ao volante na altura da Joatinga, no Rio. A motorista perdeu o controle do veículo, bateu num barranco e o carro capotou. No momento, Isis dormia no banco do carona. Com elas também estava um amigo chamado Gabriel.
"Não sei informar se ela estava de cinto na hora, mas acredito que sim pois o carro teve perda total", diz Damasceno: "Ela sofreu fratura na vértebra C1 e está de repouso no quarto do hospital Já esteve acordada, conversou com as enfermeiras, mas agora está sedada e passa bem Vai ter que usar um colar cervical por dez dias e passar por um acompanhando médico. Ainda não se sabe se vai ter que fazer fisoterapia", informou o empresário.
 
Caso Isis Valverde (Foto: EGO)Caso Isis Valverde (Foto: EGO)
De acordo com uma fonte do hospital, exames indicaram que a atriz não sofreu compressão de medula, o que significaria que ela não corre risco de perder movimentos. Segundo o empresário, a previsão de alta é no sábado, 1. Os pais de Isis, que moram em Minas Gerais, estão indo para o Rio para ficar ao lado da filha.

Procurada pelo EGO nesta tarde, a mãe da atriz, Rosalba, demonstrou preocupação ao atender o telefone e apenas respondeu, sem entrar em detalhes sobre o estado de saúde da filha: "Não tenho condições de falar sobre isso agora". A assessoria de imprensa do Barra D'Or, onde ela foi internada, ainda não liberou o boletim médico.

O último trabalho de Isis na TV foi na minissérie "Amores roubados", na qual interpretou a personagem Antônia. A atriz já está escalada para a ser protagonista de "Saber viver", próxima novela das 18h.





'via Blog this'

Homem pede na Justiça que Nasa investigue rocha "viva" em Marte

Terra Brasil

Montagem com fotos da Nasa mostram a superfície de Marte. Cientistas estão intrigados sobre como uma pedra apareceu misteriosamente numa foto enviada de Marte pela sonda Opportunity Foto: NASA / Reuters

Montagem com fotos da Nasa mostram a superfície de Marte. Cientistas estão intrigados sobre como uma pedra apareceu misteriosamente numa foto enviada de Marte pela sonda Opportunity

O americano Rhawn Joseph, autor de diversos livros com assuntos que vão da vida alienígena aos ataques de 11 de setembro, pediu em um tribunal da Califórnia que a Justiça americana obrigue a Nasa a investigar mais detalhadamente uma misteriosa rocha que foi registrada pela sonda Opportunity, que está em Marte. Joseph, que se autointitula cientista, diz o objeto é um ser vivo. As informações são do site da revista Popular Science.
rocha apareceu misteriosamente em uma imagem da sonda Opportunity, em Marte. Uma fotografia tirada do mesmo ponto dias antes não mostrava a pequena pedra.
A ação judicial é direcionada ao chefe da Nasa, Charles Bolden. No pedido, Joseph afirma que ao examinar a imagem, o objeto parece germinar de esporos. Ele afirma que a "rocha" estava lá o tempo todo, só que cresceu com o tempo.
Imagem à esquerda mostra a rocha. Dias antes, na fotografia da direita, o objeto não aparecia Foto: Nasa / Divulgação
Nasa tenta explicar pedra que "surgiu" em frente a sonda em Marte
Foto: Nasa / Divulgação
"A recusa em tirar fotos de vários ângulos, a recusa em registrar imagens microscópicas do espécime, a recusar em divulgar imagens de alta resolução é inexplicável, imprudentemente negligente e bizarra", diz o pedido. 
O americano diz ter entrado em contato com vários funcionários da agência espacial, mas não obteve retorno. Na ação, ele pede que a Nasa registre 100 fotos de alta resolução em foco de todos os ângulos e em boas condições de luminosidade e 24 imagens microscópicas em foco.


'via Blog this'
Ocorreu um erro neste gadget

DESTINO: SANTA CATARINA

O que há nos blogs

Inscreva-se na nossa lista de blogueiros pelo Twitter. Siga @eduardorroch

Radicci

Radicci