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18 de dez de 2017

OVNI filmado no Pacífico por caças dos EUA

ptjornal.com
 Piloto declara: "queria voar num daqueles". O vídeo é de 2004, mas apareceu neste sábado, na sequência de uma grande reportagem do The New York Times.

Pentágono a investigar OVNIs

Mundo

rtp.pt
Imagens reveladas pelo Departamento de Defesa norte-americano
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O Pentágono reconheceu que teve até 2012 um programa em curso para investigar informações sobre Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs). O Departamento de Defesa norte-americano reconheceu a existência de tal programa.

Momentos como o que pode ver no vídeo seguinte, captados por pilotos norte-americanos, levaram as autoridades norte-americanas a criar um programa para estudar fenómenos estranhos.



Até 2012, reconhece agora o governo dos EUA, o Pentágono teve em curso um programa para investigar Objetos Voadores Não Identificados. 

Para tal, foi criado um programa no Pentágono financiado com 22 milhões de dólares, adiantou o The New York Times.

A informação foi posteriormente confirmada à ABC News. "O programa avançado de identificação de ameaças de aviação terminou em 2012", revelou o Pentágono à ABC. "Foi na altura determinado que havia outras prioridades que mereciam fundos e que seria do interesse do Departamento de Defesa essa mudança. Tomamos como sérias todas as ameaças e potenciais ameaças ao nosso povo, aos nosso bens, e a nossa missão e agir sempre que há informação credível".

De acordo com os meios de comunicação norte-americanos este programa, agora revelado, investigou durante anos informações relacionadas com OVNIS. O programa foi financiado a pedido do antigo senador Harry Reid, do Nevada.

Recentemente, no twitter, Reid confirmou a existência do projeto e afirmou que se trata de "ciência e segurança nacional. Se a América não toma a dianteira na resposta a estas questões, outros tomarão", afirmou.

Pentágono admite ter financiado programa secreto de investigação de óvnis

Por France Presse
 

Segundo o governo dos Estados Unidos, programa do Departamento 
de Defesa foi encerrado em 2012.


O Pentágono admitiu ter financiado um programa secreto bilionário para investigar aparições de objetos voadores não identificados (ovnis).
O programa foi encerrado em 2012, de acordo com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Porém, uma reportagem do The New York Times relatou que ele ainda estaria em execução. Segundo o jornal, os funcionários continuam a estudar incidentes apontados pelos membros do serviço militar dos Estados Unidos, em paralelo às suas atividades regulares no Pentágono.
O chamado Programa de Identificação Avançada de Ameaças de Aviação operou de 2007 a 2012 e recebeu US$ 22 milhões por ano de financiamento, escondido no gigantesco orçamento do Pentágono, disse o Times, citando participantes e registros do programa.
O programa forneceu documentos que descrevem as aparições de aparatos voadores não identificados que pareciam se mover rapidamente, sem sinais visíveis de propulsão, ou sem meios aparentes de se erguer, afirmou o Times.
Funcionários do programa também examinaram vídeos dos encontros de aeronaves militares americanas com objetos desconhecidos, aidna de acordo com o jornal.
Um deles, divulgado em agosto, mostra um objeto oval branco do tamanho de um avião sendo seguido por dois jatos da Marinha de um porta-aviões da costa da Califórnia em 2004, acrescentou a reportagem.
O Departamento de Defesa disse em nota que o programa foi encerrado.
"O Programa de Identificação Avançada de Ameaças de Aviação foi concluído em 2012. Determinou-se que havia outra questões mais prioritárias que mereciam financiamento e foi com a melhor das intenções que o Departamento fez essa mudança", afirmou.
"O Departamento de Defesa leva muito a sério todas as ameaças e ameças em potencial ao nosso povo, nossos ativos e nossa missão, e toma ações quando qualquer informação verossímil aparece".

13 de dez de 2017

Saiba como será o acordo para ressarcimento pelos planos econômicos

Acordo entre poupadores e bancos será dividido em 11 lotes, por ano de nascimento do poupador. Indenizações mais altas serão parceladas



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Imagem: G1 - Globo.com

Poupadores com direito a até R$ 5 mil de ressarcimento das perdas geradas pelos planos econômicos das décadas de 1980 e 1990 receberão os valores à vista. O acordo entre os representantes de poupadores e bancos foi assinado na noite de segunda-feira e vai agora para homologação no Supremo Tribunal Federal (STF). A Advocacia-Geral da União (AGU) afirmou, por meio de nota, que, sob sua mediação e supervisão do Banco Central, poupadores e bancos assinaram “o maior acordo judicial da história, que deve encerrar mais de um milhão de processos judiciais no caso”.

Segundo a AGU, a adesão ao acordo será dividida em 11 lotes, separados por ano de nascimento dos poupadores. O objetivo da separação é permitir que pessoas mais idosas recebam antes. O primeiro lote, por exemplo, vai atender aos poupadores que têm hoje mais de 89 anos. O segundo, o que tiverem entre 84 e 88 anos (veja quadro). Pelo acordo, explica a AGU, o prazo máximo de parcelamento dos valores acima de R$ 5 mil a serem recebidos pelos poupadores será de três anos.
De acordo com uma fonte, será aplicado um desconto base sobre o valor devido. Depois desse desconto, quem tem direito a receber até R$ 5 mil não sofrerá mais nenhum desconto e receberá o valor de uma só vez. Nos demais casos, os pagamentos serão parcelados.
O acordo assinado entre os representantes de poupadores e de bancos vai abarcar apenas os planos Bresser (1987), Verão (1989) e Collor II (1991). O caso mais complexo é o gerado pelo Collor I. O pacote de 15 de março de 1990, anunciado pelo então presidente Fernando Collor de Mello, determinou que as quantias superiores a 50 mil cruzados novos depositadas em contas de poupança fossem bloqueadas e remetidas ao Banco Central.
Bancos e poupadores concordaram em excluir do acordo as ações que reivindicavam perdas provocadas pelo plano. Um dia após Collor assumir a Presidência da República, a equipe econômica anunciou o confisco dos depósitos bancários e das cadernetas de poupança dos brasileiros.
SEM DATA O dinheiro da indenização dos poupadores já foi reservado pelos bancos. Ainda não foi fixada a data de início dos pagamentos. Os pagamentos, que podem atingir R$ 12 bilhões, devem começar logo após a homologação. Com o acordo, mais de 1 milhão de ações que tramitam em várias instâncias da Justiça brasileira poderão ser encerradas. As ações coletivas congregam a maior parte dos poupadores.
O acordo entre as partes tem como foco justamente essas ações coletivas, mas os titulares de ações individuais também poderão aderir. Ficou definido que quem não tem ação na Justiça não terá direito aos pagamentos. Já os herdeiros de poupadores mortos, que tenham entrado na Justiça, poderão receber os valores.
A AGU lembrou que o acordo envolve representantes do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), da Frente Brasileira dos Poupadores (Febrapo) e da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). As instituições financeiras que vão aderir ao acordo são: Itaú, Bradesco, Santander, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil (BB). Outras poderão aderir em até 90 dias.
NOVELA LONGA Existem seis ações em andamento no Supremo sobre supostas perdas financeiras geradas pelos planos econômicos cujas decisões terão efeito vinculante ou repercussão geral, isto é, deverão ser aplicadas em todos os casos nas instâncias inferiores do Judiciário.
A primeira dessas ações foi protocolada em 2005, e a mais recente em 2010. Os relatores desses processos são os ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski. Nenhuma dessas ações teve o julgamento iniciado, com tomada dos votos dos ministros. Por muito tempo, alguns desses processos ficaram parados porque vários ministros se consideraram impedidos de participar, impossibilitando o quórum mínimo de oito entre os 11 ministros para analisar a questão.

BANCOS SE CALAM Os representantes dos bancos, incluindo o presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Murilo Portugal, deixaram o tradicional encontro de fim de ano do setor bancário sem comentar sobre o acordo dos planos econômicos. O silêncio não foi à toa. Todos os representantes combinaram que nenhum comentário sobre o tema seria feito antes da coletiva de imprensa, agendada para o final do dia, ontem, em Brasília.
No setor, não há muito otimismo de que o acordo dos planos econômicos seja homologado ainda este ano. Há uma possibilidade, segundo uma fonte, de que o tema seja votado na última reunião do Supremo, agendada para a semana que vem, antes do recesso. No entanto, na alta cúpula do setor bancário, que tem preferido não cantar vitória antes do previsto, a perspectiva dominante é de que a Corte só homologue o acordo dos planos econômicos, em fevereiro, após o recesso judiciário. Até mesmo porque, explica uma fonte, o tema é polêmico e, por isso, deveria ser analisado em um prazo maior.

Entenda

» Nos anos 80 e 90, época em que o custo de vida subia vertiginosamente, os governos, como tentativa de conter a hiperinflação, lançaram planos econômicos que alteraram o cálculo da correção monetária dos saldos de poupança. Os bancos, no entanto, foram acusados de aplicar as novas taxas de correção para depósitos feitos antes de os planos entrarem em vigor, fazendo com que os poupadores perdessem a correção da inflação nesses períodos. Desde então, os poupadores recorrem à Justiça em busca de ressarcimentos dessas perdas.

Quais são os planos e as perdas de cada um?
» Plano Bresser: Em junho de 1987, o plano previu a substituição das Obrigações do Tesouro Nacional (OTN), de 26,06%, pela Letra do Banco Central (LBC), de 18,02%. Válida para cadernetas com aniversário de 1º a 15 de junho de 1987.

» Plano Verão: Determinou, em janeiro de 1989, a substituição do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) pelas Letras Financeiras do Tesouro (LFT), com perda de 20,36%. Válida para cadernetas com aniversário de 1º a 15 de fevereiro de 1989.

» Plano Collor I: Em março de 1990, o plano previu a conversão do cruzado novo (NCz$) para cruzeiro (Cr$) e determinou o bloqueio das poupanças com valores superiores a NCz$ 50 mil. Esse plano ficou fora do acordo.

» Plano Collor II: Em janeiro de 1991, o plano substituiu o Bônus do Tesouro Nacional Fiscal (BTNF) pela Taxa Referencial Diária (TRD), com redução de 14,11%.

Como será feito o pagamento?
» Poupadores que têm direito a valores até R$ 5 mil, o pagamento será feito à vista.
» Os que têm direito a valores entre R$ 5 mil e R$ 10 mil receberão uma parcela à vista e outras duas semestrais.
» Para valores acima de R$ 10 mil, o pagamento será feito com uma parcela à vista e quatro semestrais.

Obs.: Os valores serão corrigidos pelo Índice de Preços ao Consumidor Ampliado (IPCA).
Haverá uma escala de descontos para quem for receber mais do que R$ 5 mil:
» Entre R$ 5 mil e R$ 10 mil, desconto de 8% sobre o valor
» De R$ 10 mil a R$ 20 mil, 14% de abatimento
» Acima de R$ 20 mil, 19% de desconto.

O acordo já está valendo?
» Não. O Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir se homologa ou não a proposta.

Quem tem direito às indenizações?
» Aqueles que ingressaram com ações coletivas e individuais. Poupadores que não entraram com ações ficarão fora. Quem não entrou na Justiça não poderá entrar agora e se beneficiar do acordo.

O que o poupador deve fazer para aderir ao acordo?

» Comprovar que tem uma ação judicial em andamento cobrando a correção dos valores;
» Desistir da ação judicial;
» Comprovar que tinha o dinheiro depositado na época (a conta-poupança não precisa estar ativa)

A adesão Ao acordo e o pagamento seguirão a seguinte ordem: 
» Lote 1: nascidos antes de 1928
» Lote 2: nascidos entre 1929 e 1933
» Lote 3: nascidos entre 1934 e 1938
» Lote 4: nascidos entre 1939 e 1943
» Lote 5: nascidos entre 1944 e 1948
» Lote 6: nascidos entre 1949 e 1953
» Lote 7: nascidos entre 1954 e 1958
» Lote 8: nascidos entre 1959 e 1963
» Lote 9: nascidos após 1964
» Lote 10: herdeiros ou inventariantes
» Lote 11: pessoas que entraram em juízo entre janeiro e dezembro de 2016

Qual o valor total que será depositado para os poupadores?

» O valor estimado é de R$ 12 bilhões.

Quantas ações tramitam na Justiça?
» Quase um milhão de ações questionam as perdas causadas pelos quatro planos econômicos.

11 de dez de 2017

McLaren Senna, um tributo à velocidade

Em vez de P15, empresa britânica decidiu batizar seu novo supercarro com o nome do tricampeão brasileiro

bemparana.com.br

“Você se compromete a tal ponto que não há meio-termo. Você dá tudo de si, absolutamente tudo!”
Ayrton Senna, piloto de Fórmula 1
McLaren Senna: o V8 biturbo de 4.0 litros
É impossível não relacionar os nomes da britânica McLaren e do brasileiro Ayrton Senna pelos feitos juntos na Fórmula 1. O novo carro de rua da McLaren, o P15, em sua apresentação surpreendeu a todos por ser batizado de MacLaren Senna, uma homenagem fácil de entender pois o bólido mais rápido de rua fabricado manualmente pelos britânicos com nome do piloto mais rápido de sua equipe de F1. O McLaren Senna foi desenhado e desenvolvido com um único objetivo: se tornar o melhor McLaren concebido para as ruas com o melhor conceito vindo das pistas. Este novo supercarro pode ser usado nas ruas, mas busca fazer a pura conexão entre piloto e carro, assim como em uma competição, entregando a experiência de autódromo mais próxima que qualquer carro de rua produzido pela McLaren jamais conseguiu. Este novo carro surge com a clássica receita dos supercarros da McLaren Automotive, fundada em 2010.
A aparência brutal e a simpática filosofia de design McLaren
Construção ultra-leve, com chassis de fibra de carbono, possuiu motor biturbo V8 da McLaren com 789 bhp, sendo o McLaren mais rápido já feito em sua história. Pesando 1.198kg, é o carro da McLaren mais leve desde a icônica McLaren F1, e o motor V8 biturbo de 4.0 litros é o mais poderoso motor de combustão interno da McLaren Road Car, com 800PS (789bhp) e 800Nm (590 lb ft). A aparência brutal e a simpática filosofia de design McLaren. Com uma frente nervosa e agressiva, o McLaren Senna apresenta um spoiler bem pronunciado na frente, além de uma grande boca para refrigeração frontal. Sob o capô, uma abertura bem proeminente reforça a aerodinâmica mais apurada para o bólido grudar bem ao solo nas pistas. Os freios possuem duas grandes aberturas na frente para refrigeração, mas um balanço dianteiro exageradamente longo. A cabine é bem envolvente e possui um captador de ar para o motor na parte superior, bem como janelas bipartidas. 
Nas portas, aberturas com um desenho estilizado, enquanto o motor recebe mais ar para refrigeração em duas grandes entradas laterais. Na traseira, chama a atenção o escape centralizado e elevado, que possui três saídas. Estas podem ser uma referência aos três títulos de Senna, todos conquistados com a equipe McLaren de F1. Há grandes defletores de ar e aberturas sobre a parte traseira, assim como lanternas em LED posicionadas próximas do para-choque, que tem um enorme difusor de ar. Uma asa bem proeminente é uma característica do produto. Ele terá 500 unidades produzidas. O preço é de 750 mil libras, que equivalem a cerca de R$ 3,4 milhões.
O preço é de 750 mil libras (R$ 3,4 milhões).
“O McLaren Senna é um carro sem igual: a personificação está no DNA automobilístico da McLaren, permitido nas ruas e nas estradas, mas concebido e desenvolvido para performance digna de um circuito. Todo elemento deste novo Ultimate Series McLaren tem um compromisso total de performance buscando a mais pura conexão entre piloto e máquina e entregando a melhor experiência possível que só um MacLaren pode conseguir”, diz Mike Flewitt, CEO da McLaren Automotive.
Com o famoso nome que este novo McLaren traz, não é surpresa esperar dele sua extrema performance e excelência em dinâmica. Seja no volante, nos pedais e mesmo no banco, toda sensação transmitida pelo carro ao piloto é de colocá-lo em posição de total controle.
A conexão mais pura entre o piloto e o carro
A ligação entre Senna e McLaren é profunda, marcada pelos três títulos mundiais que Ayrton conquistou pelo time (1988, 1990 e 1991), e seu legado e presença global será ainda maior com a marca McLaren com o lançamento do novo McLaren Senna.
“Nossa família está muito orgulhosa em ter o nome Senna no novo supercarro da McLaren. Este é o primeiro projeto que realmente se conecta o espírito de performance e automobilismo do Ayrton. O McLaren Senna honra meu tio porque é intensamente ligado a experiência de pista, de um autódromo, e cria uma conexão única entre o piloto e o carro. Esse compromisso puro garante uma experiência tão focada que você fica maravilhado com as profundidades de excelência que o McLaren Senna possui”, diz o piloto Bruno Senna, sobrinho de Ayrton e embaixador da McLaren.

DESTINO: SANTA CATARINA

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