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24 de mai de 2018

Quem são e o que querem os caminhoneiros que estão parando o país?

André Shalders - @shaldim - bbc.com



Caminhão parado em rodovia no Rio de JaneiroDireito de imagemFERNANDO FRAZÃO / AGÊNCIA BRASIL
Image captionCaminhão parado em rodovia no Rio de Janeiro, nesta quarta-feira
Linhas de ônibus suspensas no Rio de Janeiro, ameaça de falta de querosene de aviação em aeroportos de cinco capitais, falta de combustíveis nos postos de Recife (PE) e possibilidade de caos no transporte público de São Paulo. São três dias de paralisação de caminhoneiros, e efeitos como estes são sentidos em vários Estados brasileiros.
No começo de quarta-feira, ministros deram declarações afirmando que os efeitos da greve não eram tão profundos. À tarde, no entanto, Eliseu Padilha (Casa Civil), Carlos Marun (Secretaria de Governo) e Valter Casimiro (Transportes) receberam organizações ligadas à categoria. Antes do encontro, o próprio presidente Michel Temer discutiu o assunto com Padilha e com o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, além do secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, e os instruiu a pedir uma trégua de três dias aos caminhoneiros para que pudesse ser encontrada uma solução.
O pedido de Temer não foi atendido, e as entidades reafirmaram que a greve continua nesta quinta.
No início da noite, mais uma tentativa de conter o estrago que se espalhava pelo país. O presidente da Petrobras, Pedro Parente, anunciou que a estatal fará uma redução de 10% no preço do óleo diesel - e que manterá este preço durante as próximas duas semanas. Trata-se de uma tentativa de dar algum tempo ao governo para negociar com os caminhoneiros - a medida significa uma redução de R$ 0,25 no preço do combustível (que, antes do anúncio, custava R$ 2,3 nas refinarias). Parente disse esperar que os caminhoneiros reajam com "boa vontade" ao aceno da empresa.
Do outro lado da Praça dos Três Poderes, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) anunciou na última terça-feira um acordo com o governo para zerar um dos impostos cobrados sobre os combustíveis, a Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico). A medida não debelou o ânimo dos caminhoneiros, já que o impacto no preço final do combustível é considerado pouco significativo (R$ 0,10 por litro de gasolina e R$ 0,05 no litro do diesel). Pré-candidato à presidência pelo DEM, Maia defende agora que o governo reduza a alíquota de outro imposto, o PIS/Cofins, para tentar baixar o preço do diesel na bomba.
Abaixo, a BBC Brasil responde as principais dúvidas sobre o assunto:

Quem está organizando as manifestações?

Greve de caminhoneiros em Santana do Livramento (RS)Direito de imagemMARCELO PINTO / APLATEIA
Image captionGreve de caminhoneiros em Santana do Livramento (RS), nesta quarta-feira
Não existe uma organização que possa ser apontada como líder da paralisação - na verdade, a proposta de greve começou a circular de forma espontânea em redes sociais e grupos de WhatsApp de caminhoneiros. Mas uma das principais entidades envolvidas é a Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), que congrega a maioria dos sindicatos de motoristas autônomos.
Outros sindicatos de caminhoneiros se juntaram aos protestos ao longo dos dias, como a Associação Brasileira de Caminhoneiros (Abcam) e a União Nacional dos Caminhoneiros do Brasil (Unicam). O movimento acabou engrossado pelos caminhoneiros de frota também - isto é, por aqueles que são contratados, com carteira assinada, por transportadoras.
"Começou com os autônomos. Mas como a situação está ruim para todos, as empresas (e os motoristas contratados por elas) também aderiram. E aí surgem várias associações, várias pessoas querendo representar. Tem também alguns que são pré-candidatos (às eleições de 2018)", diz o caminhoneiro Ivar Schmidt, um dos principais líderes dos protestos de caminhoneiros de 2015, que afirma não estar à frente das movimentações atuais.
O último balanço dos grevistas, do começo da noite de quarta, mencionava 253 pontos de protestos, atingindo 23 Estados brasileiros e o Distrito Federal.

Como começou a paralisação? O governo foi alertado?

Sim, o governo recebeu avisos de entidades sindicais dos caminhoneiros sobre a possibilidade de uma paralisação.
No dia 16 de maio, a CNTA apresentou um ofício ao governo federal pedindo o congelamento do preço do óleo diesel e a abertura de negociações, mas foi ignorada. No dia 18 (última sexta-feira), a organização lançou um comunicado em que mencionava a possibilidade de paralisação a partir de segunda-feira, o que de fato ocorreu.
Segundo a CNTA, a paralisação estava sendo discutida "pelos caminhoneiros e sindicatos da categoria, nas redes sociais e aplicativos de mensagens instantâneas".
Reunião de representantes dos caminhoneiros com Eliseu Padilha e Carlos MarunDireito de imagemJOSÉ CRUZ / AGÊNCIA BRASIL
Image captionMinistros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Carlos Marun (Secretaria de Governo) reuniram-se com representantes dos caminhoneiros nesta quarta
Um vídeo publicado na página do Facebook Transporte FORTE Digital, no último sábado, já convocava os motoristas para a greve.
À BBC Brasil, a entidade sindical disse que, apesar da reunião com o governo na quarta-feira, a paralisação foi mantida e não há data prevista para o fim do movimento.

Quais setores da economia já foram atingidos?

Após 72 horas de paralisação, os efeitos da greve de caminhoneiros foram sentidos em várias partes do país e em vários setores econômicos.
Houve relatos de falta de combustíveis em alguns postos de gasolina na Baixada Santista, no litoral paulista, e em cidades do interior de São Paulo como São José dos Campos, Taubaté e Jacareí. Em Recife (PE) e no Rio de Janeiro (RJ) também houve desabastecimento.
Quem está com o tanque do carro vazio também pode ter problemas ao tentar pegar um ônibus: as empresas de São Paulo já avisaram que terão dificuldade para retirar os veículos das garagens nesta quinta, por falta de combustível. A Prefeitura da capital paulista anunciou a suspensão do rodízio municipal de veículos, afirmando que a previsão era de que 40% da frota de ônibus ficasse fora de circulação.
Reprodução da página Transporte Forte Digital, no FacebookDireito de imagemFACEBOOK / REPRODUÇÃO
Image captionPágina do Facebook voltada aos caminhoneiros convocava trabalhadores para a greve no último domingo (20)
Alerta semelhante foi feito pela Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro. Em Recife, já houve redução na frota de ônibus, para evitar a falta de combustíveis.
Na alimentação, o impacto também já era sentido. Segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), as lojas de alguns Estados do país já começam a sofrer com o desabastecimento de alimentos, especialmente de produtos menos duráveis como frutas, verduras e legumes.
A Ceagesp, maior distribuidora de alimentos frescos da América Latina, informou que o saco da batatas passou de cerca de R$ 70 para R$ 200 - o mesmo aconteceu em centros de distribuição de alimentos de outros Estados. Do lado da produção, frigoríficos estimam que os prejuízos já superam os R$ 200 milhões com as exportações de carne suína e de frango, que deixaram de ser feitas.
Em outro desdobramento, os Correios informaram que suspenderam alguns tipos de entregas rápidas (como algumas modalidades do serviço Sedex). O aeroporto de Brasília informou que ficará sem querosene de aviação para reabastecer as máquinas a partir de quinta-feira. O mesmo foi dito nos aeroportos de Congonhas (SP), Recife (PE), Palmas (TO), Maceió (AL) e Aracaju (SE).
Além disso, é possível que trabalhadores de outros setores da economia cruzem os braços: o Sindicato dos Estivadores do Porto de Santos (SP), o maior do Brasil, anunciou paralisação em solidariedade aos caminhoneiros. Dificuldades de escoamento fizeram com que montadoras de automóveis no Rio Grande do Sul, Bahia e São Paulo interrompessem a produção nas fábricas.

Quais são as reivindicações dos caminhoneiros?

Greve de caminhoneiros em Santana do Livramento (RS)Direito de imagemMARCELO PINTO / APLATEIA
Image captionDistribuição de alimentos e viagens aéreas podem ser prejudicadas ainda mais se a greve continuar
A principal exigência é a queda no preço do óleo diesel: segundo os representantes dos transportadores, o custo atual do óleo torna inviável o transporte de mercadorias no país.
"Hoje, um caminhão grande usa até R$ 2 mil de óleo diesel por dia. Isso aí no fim do mês é um rio de dinheiro", afirma Ivar Schmidt. A margem de lucro da atividade é tão baixa, diz Schmidt, que hoje os caminhoneiros trabalham "só para cumprir tabela (sem ganhar nada)", diz ele.
Para reduzir o preço do diesel, as entidades querem que o governo estabeleça uma regra para os reajustes do produto - hoje, os preços flutuam de acordo com o valor do petróleo no mercado internacional e a cotação do dólar.
Além disso, há outras reivindicações na pauta dos caminhoneiros, diz Ariovaldo de Almeida Silva Júnior, presidente do Sindicato dos Caminhoneiros (Sindicam) de Ourinhos (SP). "Queremos também a isenção do pagamento de pedágio dos eixos que estiverem suspensos (quando o caminhão está vazio e passa a rodar com um dos eixos fora do chão). Defendemos a aprovação do projeto de lei 528 de 2015, que cria a política de preços mínimos para o frete, e a criação de um marco regulatório para os caminhoneiros", lista ele.
"O caminhoneiro faz um cálculo do custo do frete (antes de partir). Agora, o caminhoneiro às vezes viaja durante cinco dias. Teve semana que o diesel subiu todos os dias (invalidando a estimativa de custo)", diz ele.

Por que é tão fácil para os caminhoneiros jogarem o Brasil no caos?

Basicamente, porque o país depende fortemente do transporte rodoviário para transportar bens, pessoas e produtos - inclusive matérias-primas e insumos como os combustíveis.
Engarrafamento provocado pela greve de caminhoneiros em rodovia do Rio de Janeiro nesta quarta-feiraDireito de imagemFERNANDO FRAZÃO / AGÊNCIA BRASIL
Image captionOs caminhoneiros também pedem um preço mínimo para os fretes. Na foto, congestionamento em rodovia do RJ nesta quarta
Diferentemente de outros países com território de tamanho parecido, o Brasil tem poucas linhas de trens para escoar a produção - são 29 mil quilômetros de ferrovias, contra 86 mil km na China, 87 mil km na Rússia e 225 mil nos EUA. Os dados são da consultoria de logística Ilos.
O resultado é que, hoje, 90% dos passageiros e 60% da carga que se deslocam pelo país são movimentados em rodovias, de acordo com a Confederação Nacional do Transporte (CNT), entidade sindical das empresas do setor.
Ao longo dos últimos dias, os caminhoneiros grevistas também fizeram bloqueios em pontos estratégicos, como a saída de refinarias da Petrobras e a entrada do porto de Santos, em SP, dificultando ainda mais o escoamento das mercadorias.

Há saída à vista para o problema?

Greve de caminhoneiros em Santana do Livramento (RS)Direito de imagemMARCELO PINTO / APLATEIA
Image captionBrasil depende das rodovias para transportar 60% de tudo o que produz
Em teoria, há duas outras medidas que o governo poderia tomar para tentar baixar o preço dos combustíveis na bomba: anunciar um novo corte de impostos (além da Cide, poderia diminuir o valor do PIS-Cofins) ou mudar a política de preços da Petrobras.
Ambas teriam reflexos negativos: cortar impostos significaria aumentar ainda mais o endividamento público; e uma nova mudança na Petrobras colocaria em risco as contas da companhia (que se endividou durante o governo de Dilma Rousseff, quando os preços eram controlados).
Apesar da redução anunciada no começo da noite de quarta-feira, o presidente da Petrobras, Pedro Parente, disse que "a política (de preços) da companhia não muda". Ou seja, após este prazo, o diesel voltará a flutuar de acordo com o preço do petróleo no mercado internacional e a taxa de câmbio (valor do real frente ao dólar).
No curto prazo, o governo apela também para a via judicial: ao longo do dia de ontem, a Advocacia-Geral da União (AGU) conseguiu nove decisões liminares (provisórias), na primeira instância da Justiça, determinando a liberação das vias obstruídas nos Estados do Paraná, Minas Gerais, Goiás, Santa Catarina, Pernambuco, Paraíba, Rondônia, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal.
No começo da noite de quarta-feira, ao dizer que pediu trégua "de uns dois ou três dias" aos representantes dos caminhoneiros, Temer agregou que "desde domingo estamos trabalhando neste tema para dar tranquilidade não só ao brasileiro que não quer ver paralisado o abastecimento, mas também tentando encontrar uma solução que facilite a vida dos caminhoneiros".

22 de mai de 2018

Globo sugere golpe militar como saída na Venezuela

brasil247.com
Em editorial publicado nesta terça, o jornal O Globo, que apoiou os golpes de 1964 e 2016 no Brasil, sugere um caminho para a derrubada de Nicolás Maduro, na Venezuela: a intervenção militar, tese já defendida pelos Estados Unidos; segundo a publicação dos irmãos Marinho, para o fim do chavismo, reeleito no último domingo, "falta a explicitação de alguma grave dissensão no grupo militar que sustenta Maduro"
247 – Em editorial publicado nesta terça, o jornal O Globo, que apoiou os golpes de 1964 e 2016 no Brasil, sugere um caminho para a derrubada de Nicolás Maduro, na Venezuela: a intervenção militar, tese já defendida pelos Estados Unidos. Segundo a publicação dos irmãos Marinho, para o fim do chavismo, reeleito no último domingo, "falta a explicitação de alguma grave dissensão no grupo militar que sustenta Maduro".
"A etapa final do drama ganha velocidade com o desmantelamento da estrutura de produção de petróleo, que parece entrar em colapso. Sequer divisas, com o hidrocarbureto em alta, a Venezuela consegue captar. Enquanto isso, credores externos começam a arrestar bens da estatal PDVSA em outros países. Para completar o cenário do fim, falta a explicitação de alguma grave dissensão no grupo militar que sustenta Maduro", sustenta o texto do Globo.
No entanto, como na Venezuela Maduro controla as forças armadas, uma das hipóteses, levantadas pelo professor Igor Fuser, em entrevista à TV 247, seria uma guerra por procuração na América do Sul, em que os Estados Unidos fomentariam uma guerra regional, com a participação de países como Colômbia e até mesmo Brasil.
Inscreva-se na TV 247 e confira a entrevista de Fuser:

Correr 5 a 10 minutos reduz risco cardíaco em 45%

Correr entre cinco a 10 minutos por dia pode ser suficiente para reduzir em cerca de metade o risco de morte por doença cardíaca. A conclusão é de um estudo norte-americano, que revela que a velocidade, a duração e a distância são fatores pouco importantes: o essencial é calçar os ténis e pôr o corpo a mexer.
Imagem relacionadaA investigação, desenvolvida por uma equipa da Universidade de Iowa, nos EUA, e publicada recentemente na revista científica Journal of the American College of Cardiology, revela que breves minutos diários de corrida possibilitam uma redução de até 45% na probabilidade de ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral (AVC) em homens e mulheres.
Os especialistas, coordenados por Duck-chul Lee, professor de cinesiologia - ciência que estuda o movimento - daquela instituição de ensino universitário, acompanharam mais de 55.000 adultos ao longo de 15 anos para apurar os benefícios da corrida, benefícios que são tão amplos que podem mesmo aumentar a esperança de vida.
"Descobrimos que as pessoas que correm diariamente podem viver, em média, mais três anos do que as que não praticam corrida e podem também reduzir o risco de mortalidade devido a doença cardíaca ou acidente vascular cerebral em 45%", afirma Lee num vídeo explicativo divulgado no site da Universidade de Iowa. 
Segundo o líder do estudo, "a velocidade, a distância ou a duração da corrida não são significativas, já que as pessoas que correm menos de uma hora por semana experimentam os mesmos benefícios que as que correm três horas ou mais". 
Além disso, acrescenta Lee, "correr a menos de 9,5 quilómetros por hora é suficientemente eficaz para prevenir uma morte precoce associada a quaisquer causas", conforme comprovou uma análise feita pelos investigadores à relação entre a distância percorrida e o risco de mortalidade. 
"A maior parte das pessoas diz que não têm tempo para fazer exercício ou para aumentar a prática de atividade física, mas eu acredito que qualquer um pode encontrar cinco a 10 minutos por dia para correr em nome dos benefícios para a saúde", defende o investigador, que diz esperar que "mais gente se sinta motivada pelos resultados deste estudo e decida começar a correr". 
O investigador salienta que, embora haja muitos tipos diferentes de atividade física, "a corrida é um dos mais convenientes", já que "pode praticar-se em qualquer lugar e não é preciso comprar qualquer equipamento".
"Acho que é importante que as pessoas se empenhem e comecem a conseguir correr, pelo menos, entre 5 a 10 minutos por dia", conclui Lee, frisando que, mais do que procurar aumentar a saúde através da redução do peso, é fundamental tratar o problema a partir da raiz e promover hábitos positivos todos os dias.
Clique AQUI para aceder ao resumo do estudo (em inglês).

10 beneficios de correr por la noche

Hay una cierta magia al correr en la noche, que nos intensifica cada uno de los sentidos. ¿Eres uno de esos runners nocturnos? Seguro estarás de acuerdo que no importa cuán cansado estés, mientras recorras algunos kilómetros al anochecer te sentirás más vivo que nunca.

De la redacción / @runnersworldmex - runners.mx

Resultado de imagem para exercitar o corpo

Correr en la noche te hace
complementarte con el entorno,
y no es que ejercitarte a cualquier
otra hora no tenga sus beneficios,
pero salir por lo menos 20 minutos
a correr, después de todas tus
actividades diarias,
s una sensación indescriptible, 
liberadora y misteriosa.


¿Has participado en alguna carrera
nocturna? Es una experiencia
completamente diferente, tienes
la oportunidad de ver la ciudad de
una forma distinta, con toda la
iluminación posible y gente apoyándote por doquier.
Pero, ¿sabías que correr por la noche tiene 
sus beneficios?


Nuestro deporte es único y totalmente benéfico, pero hacerlo por la noche es una excelente
alternativa para ti, y aquí te diremos por qué:

1. Te liberará de todas tus tensiones.


Tras una jornada completa de trabajo, lo primero que quisieras hacer es "desplomarte"
en tu cama, pero hacer un poco de ejercicio, después de un día pesado, te ayudará a
relajarte.

2. Te mantendrá de buen humor.


¿A quién no le pone feliz salir a trotar? Descargar todo al momento de ejercitarte, es
la terapia ideal para deshacerte de lo que no necesitas y estar de buen humor.




3. Dormirás mejor.


Con el cansancio acumulado del día, y el ejercicio, no volverás a tener problemas para
dormir. ¡Comprobado!

4. Tu cuerpo estará preparado para ejercitarse.


En la noche tendrás más energía para hacer entrenamientos intensos, incluso podrás sentirte
más rápido, ágil y con la motivación a tope.




5. No habrá excusas.


Sin calor y sol, con un clima agradable para correr, la ciudad iluminada. ¡No hay pretextos!




6. Correrás sin presiones.


En algunas ocasiones, los entrenamientos por la mañana pueden ser un poco estresantes,
debido a que necesitamos cumplir el kilometraje diario, y además, prepararnos para otras
actividades, pero al correr en la noche, no habrá otra preocupación más que ejercitarte.

7. Evitarás aglomeraciones.


¿Demasiado tráfico por las mañanas? ¿La enorme cantidad de gente no te deja correr
por las banquetas? Si eres runner nocturno pocas veces tendrás que "soportar" algo así.




8. Cero preocupaciones.


Correr por la noche estimula el flujo sanguíneo en el cerebro, despejando tensiones y
preocupaciones.




9. Asimilarás todos los hidratos de carbono y grasas consumidos durante el día.


¿Podría existir algún otro beneficio mejor? Una alimentación adecuada durante el día
es suficiente para tener energía en tu kilometraje nocturno.

10. Te sentirás con más ánimos al otro día.


Descansado, con kilómetros en tus piernas, sin preocupaciones y con buen humor. Seguro
tus días serán diferentes. ¡Pruébalo!


Además de todos los beneficios antes mencionados, correr en la obscuridad puede 
hacerte sentir más rápido, con menos preocupaciones y más alerta. Pero actualmente, la
seguridad es el mayor de los problemas para poder correr en la noche, y aquí te damos
5 tácticas para que puedas correr sin la luz del sol, sin poner en peligro tu vida.


1. Mantente alerta.

Si corres en la calle, asume que los conductores no te ve. Sé especialmente cauteloso
cuando pases cerca de un auto estacionado, ya que pueden estar atentos a los demás
coches, pero no de los peatones.


2. Observa.

Puedes iluminar el camino cargando una linterna de mano, o una que puedas llevar en la
cabeza. Trata de correr en zonas donde exista alumbrado público.


3. Haz que te vean.

Viste ropa que brille y tenga reflectores, y si no tienes, busca colores llamativos que puedan
ser vistos en la noche. Nunca utilices playeras obscuras.


4. Piensa en el terreno.

Olvida los senderos, a menos que estés entrenando para una carrera nocturna campo
traviesa. Si puedes, elige rutas con superficies parejas.


5. Cuida tu ritmo.

Si correrás en la calle, recuerda que siempre habrá distractores como coches, tráfico, gente,
semáforos, baches o cualquier otra cosa que pueda hacerte parar. No trates de ganarle al
semáforo nunca.

Se exercitar faz bem!

Imagem relacionada
Os benefícios do exercício físico para a saúde reflete-se em todas as partes do corpo, incluindo a mente. Exercitar faz com que o organismo produza endorfinas, substâncias químicas que podem ajudar uma pessoa a se sentir mais feliz e em paz. O exercício pode ajudar algumas pessoas a dormir melhor. Também pode ajudar algumas pessoas que têm depressão leve e baixa auto-estima. Além disso, o exercício pode dar às pessoas um senso real de realização e orgulho por ter alcançado um determinado objectivo.
O exercício pode ajudá-lo a ficar melhor. Na verdade, o exercício é uma das partes mais importantes para manter o seu corpo num peso saudável.
Exercício ajuda pessoas a perder peso e diminuir o risco de algumas doenças. Exercitar a manter um peso saudável diminui o risco de uma pessoa de desenvolver certas doenças, incluindo diabetes tipo 2 e hipertensão arterial. Estas doenças, que costumava ser encontrada principalmente em adultos, estão a se tornarem comuns em adolescentes.
Exercício pode ajudar uma pessoa de idade. Isto pode não parecer importante agora, mas o seu corpo vai agradecer-lhe mais tarde. As mulheres são particularmente propensas a uma condição chamada de osteoporose (enfraquecimento dos ossos) à medida que envelhecem. Estudos constataram que exercícios com pesos, pular, correr ou andar rápido, pode ajudar a manter os ossos fortes.
Os três componentes de uma rotina de exercícios bem equilibrada são:
  • Treino de força,
  • Exercícios aeróbicos,
  • Treino de flexibilidade.
Exercício aeróbio
Como outros músculos, o coração gosta de um bom treino. Você pode exercitar sob a forma de exercício aeróbico. O exercício aeróbico é qualquer tipo de exercício que começa o bombeamento do coração e sua respiração acelera. Quando você dá ao seu coração este tipo de exercício físico regularmente, ele ficará mais forte e mais eficiente no fornecimento de oxigênio a todas as partes do seu corpo.
Se você jogar desportos de equipa, você provavelmente cumpre a recomendação de 60 minutos ou mais de actividade moderada nos dias de prática. Alguns esportes de equipa que lhe dão um excelente exercício aeróbico são natação, basquete, futebol, lacrosse, hóquei, e remo.
Mas se você não praticar desportos de equipa, não se preocupe, há muitas maneiras de fazer exercício físico aeróbio sozinho ou com amigos. Estes incluem ciclismo, corrida, natação, dança, patinagem, tênis, esqui, caminhadas e andar rapidamente.
Na verdade, os tipos de exercício que você faz sozinho são mais fáceis de continuar quando sair do ensino médio e ir para o trabalho ou na faculdade, tornando mais fácil para ficar apto mais tarde na vida também.
Treino intensivo
O coração não é o único músculo em benefício do exercício regular. A maioria dos outros músculos do seu corpo gosta de exercícios, também. Quando você usa seus músculos e eles se tornam mais fortes, permite-lhe estar activo por longos períodos de tempo sem ficar desgastado.
Músculos fortes também são uma vantagem, porque eles realmente ajudam a protegê-lo quando você faz exercício, apoiando as articulações e ajuda a prevenir lesões. Os músculos também queimam mais energia quando uma pessoa está em repouso, por isso a construção de seus músculos irão ajudá-lo a queimar mais calorias e manter um peso saudável.
Diferentes tipos de exercício fortalecem diferentes grupos musculares.
Flexibilidade de Formação
O fortalecimento do coração e outros músculos não é o único objectivo importante do exercício. O exercício físico também ajuda o corpo a ficar flexível, o que significa que seus músculos e articulações esticam e dobram facilmente. Pessoas que são flexíveis podem se preocupar menos com os músculos tensos e entorses.
Ser flexível pode também ajudar a melhorar o desempenho de uma pessoa no desporto. Algumas atividades, como dança ou artes marciais, obviamente, exigem uma grande flexibilidade, mas uma maior flexibilidade também pode ajudar as pessoas a um melhor desempenho noutros esportes, como futebol ou vôlei.
Desportos e atividades que estimulem a flexibilidade são fáceis de encontrar. As artes marciais como karatê também ajudam a pessoa a permanecer flexível. Ballet, ginástica, pilates e yoga são outras boas opções. Alongamento após o treino também irá ajudá-lo a melhorar sua flexibilidade.

Como a Líbia e Khadafi viraram um obstáculo inesperado às negociações entre EUA e Coreia do Norte

bbc.com
John Bolton ouve discurso de TrumpDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionConhecido por seu belicismo, Bolton disse que modelo usado na Líbia pode ser exemplo para a situação atual com a Coreia do Norte
Após ameaças mútuas entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos fazerem o mundo cogitar que os dois países estavam à beira de uma guerra nuclear, tudo parecia finalmente caminhar para um desfecho positivo - até uma declaração de uma das principais autoridades do governo americano sobre um país africano e seu ex-ditador colocar tudo em risco.
As hostilidades entre americanos e norte-coreanos, em alta desde o ano passado, arrefeceram de forma surpreendente em abril. Kim Jong-un chegou a plantar árvores da paz com o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, e a prometer uma "nova história" com seu antigo rival e principal aliado americano na região, ao trabalharem juntos pela desnuclearização da península.
O líder norte-coreano e o presidente dos EUA, Donald Trump, chegaram a anunciar publicamente uma reunião entre eles a ocorrer em Cingapura no dia 12 de junho. Mas, em uma nova reviravolta do xadrez político global, a Coreia do Norte colocou em dúvida sua participação no encontro.
A razão seria uma comparação feita pelo conselheiro de segurança nacional de Trump, John Bolton, com o que se passou na Líbia há mais de uma década. Bolton disse em uma entrevista à emissora CBS que a Coreia do Norte poderia serguir o "modelo da Líbia" para obter a confiança de outras nações ao se desarmar nuclearmente
"O que queremos é evidências de que é algo real, e não só retórica. A Líbia nos levou a superar nosso ceticismo ao permitir que observadores americanos e britânicos tivessem acesso às suas instalações nucleares."
Em 2003, Muammar Khadafi aceitou abrir mão do programa nuclear líbio - em uma entrevista à CNN, ele declarou que a invasão do Iraque e a deposição de Saddam Hussein por uma coalizão liderada pelo Estados Unidos haviam influenciado sua decisão.
Em troca, as sanções americanas contra o país norte-africano foram suspensas e as relações diplomáticas com os Estados Unidos foram retomadas.
Mas, em 2011, Khadafi acabou sendo deposto por rebeldes e militantes apoiados pela Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). Acabou capturado e morto.
"O regime da Coreia do Norte pode olhar para o que aconteceu com Khadafi e ver que precisa manter suas armas nucleares para não ser deposto daqui a oito anos, como ocorreu na Líbia", diz à BBC Brasil John Tierney, ex-congressista americano e diretor-executivo do Centro para o Controle e Não Proliferação de Armas, organização dedicada à redução de arsenais nucleares.

Ameaça

A fala de Bolton foi mal recebida pelo governo norte-coreano, que já havia protestado sobre a continuidade de exercícios militares conjuntos entre os Estados Unidos e a Coreia do Sul.
O vice-ministro das Relações Exteriores, Kim Kye-gwan, disse que o país pode desistir da cúpula com Trump se o presidente americano insistir que Pyongyang entregue suas armas nucleares unilateralmente.
Ele ainda acusou os Estados Unidos de fazer "declarações irreponsáveis" e de "fomentar intenções sinistras", atribuindo a culpa diretamente a Bolton. "Não escondemos nossa repugnância em relação a ele", disse o norte-coreano. Ele ainda acrescentou que o diálogo com a Coreia do Sul só será retomado quando o imbróglio estiver resolvido.
KhadafiDireito de imagemREUTERS
Image captionEx-ditador líbio foi deposto, capturado e morto em 2011
A Casa Branca respondeu afirmando ainda ter esperanças de que o encontro se concretize. Por sua vez, Trump agiu rapidamente para tentar desfazer a tensão criada pelo seu assessor, mas não deixou de fazer outra ameaça.
O presidente americano afirmou não estar buscando concretizar um modelo semelhante ao da Líbia agora, e que Kim Jong-un permanecerá no poder caso siga o script planejado pelos Estados Unidos, mas deixou claro que o líder norte-coreano não está livre de um destino semelhante ao de Khadafi caso se recuse a fazer um acordo.
"O modelo líbio não é um modelo que temos em mente de forma alguma quando pensamos na Coreia do Norte. O modelo, se você olhar para aquele modelo com Khadafi, foi dizimação completa. Entramos lá para derrotá-lo", declarou Trump.
"Esse modelo seria provavelmente aplicado se não fizéssemos um acordo (com a Coreia do Norte). Mas, se fizermos um acordo, acho que Kim Jong-un ficaria bem, bem feliz. Ele ficaria lá, estaria em seu país, comandaria seu país, seu país ficaria bem rico."

Diferenças

No entanto, em meio a tantos paralelos entre a Líbia e a Coreia do Norte, existem diferenças que conferem a Kim Jong-un uma posição mais favorável que a de Khadafi há alguns anos.
"Não podemos comparar um país em processo de obter um poderio nuclear, como a Líbia, com um que afirma já ter uma bomba e certa capacidade de lançá-la a alguma distância, como concorda a maioria dos especialistas", afirma Tierney.
Outro aspecto importante é que Khadafi foi deposto em 2011 em meio aos levantes populares ocorridos na Primavera Árabe, quando a população organizou protestos massivos contra regimes do Oriente Médio.
"Bolton pode ter a esperança de que o povo se insurja contra Kim Jong-un, mas não há qualquer evidência de que isso possa ocorrer na Coreia do Norte hoje. O máximo que se chegou perto disso foi na era da fome [em meados dos anos 1990], mas isso ficou no passado. Hoje, Kim e os militares têm muito poder."
Em seu comunicado sobre a possibilidade de cancelar o encontro com os Estados Unidos, a Coreia do Norte disse: "Se o governo Trump não se recorda das lições do passado, quando conversas com a Coreia do Norte e os Estados Unidos retrocederam por causa de pessoas parecidas com Bolton, e presta atenção ao conselho de pseudopatriotas que insistem no modelo líbio, as perspectivas da próxima cúpula e das relações entre a Coreia do Norte e dos Estados Unidos ficam bem claras."
O Departamento de Estado americano diz que continua a se preparar para a reunião em Cingapura no próximo mês, mas, com tantas reviravoltas, é difícil encontrar quem se arrisque a prever o que virá a seguir. "Com as personalidades fortes de Kim e Trump, não há nenhuma certeza", diz Tierney.
"Só podemos esperar que o encontro ocorra e que os Estados Unidos se prepare para esse encontro, mas não há qualquer evidência de que o país tenha uma estratégia delineada para isso."

Ponto de tensão

Um ponto de tensão nesta negociação é a forma como se daria uma possível desnuclearização da península.
Washington exige um desarmamento nuclear "amplo, verificável e irreversível". Mas a ministra de Relações Exteriores sul-corena, Kang Kyung-wha, confirmou haver uma "diferença de opiniões entre o Norte e os Estados Unidos sobre como realizar" esse desarmamento, sem dar mais detalhes sobre a divergência.
A Coreia do Norte havia afirmado que faria o desmonte de seu local de testes nucleares em Punggye-ri entre 23 e 25 de maio, mas não houve menção sobre o acesso de observadores internacionais ao local.
Em uma visita recente à Coreia do Norte, o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, destacou que qualquer alegação de desnuclearização por parte dos norte-coreanos exigiria "uma verificação robusta" por parte dos Estados Unidos e de outros países.
Kim Jong-un e Donald TrumpDireito de imagemAFP
Image captionPersonalidades fortes dos líderes norte-coreano e americano tornam o cenário imprevisível, diz analista
Mas, em 2008, a Coreia do Norte rejeitou justamente essa proposta dos Estados Unidos de realizar de inspeções como as ocorridas na Líbia.
A nova mudança de tom por parte de Pyongyang, com sua ameaça de não participar do encontro, parece ser uma forma de colocar pressão sobre americanos e sul-coreanos em busca de mais concessões, avalia Laura Bicker, repórter da BBC em Seul.
"Os Estados Unidos pode dar diversas garantias a Kim Jong-un, mas não podem protegê-lo de um levante popular interno", disse Mark Landler, correspondente da Casa Branca do jornal americano The New York Times, em uma edição do podcast "The Daily" sobre o tema.
"É por isso que ele está tão relutante em abrir mão de suas armas. Esta seria uma 'apólice de seguro' que faria os inimigos do regime pensarem duas vezes antes de agir."

Belicista e nacionalista

Landler explicou que, ao mencionar a Líbia, Bolton poderia querer dizer que os Estados Unidos deveria buscar um acordo "rápido, direto e amplo" com a Coreia do Norte como o realizado no passado, mas, ao citar o exemplo do país africano, transformou-se no "bicho-papão" destas negociações.
Aos 69 anos, Bolton é figura proeminente em política externa no círculo republicano, tendo participado dos governos de Ronald Reagan, George Bush e George W. Bush.
Foi uma figura-chave da invasão do Iraque, em 2003, ao ajudar a "vender" para a comunidade internacional a teoria de que Saddam Hussein possuía armas de destruição em massa. Posteriormente, foi comprovado que o regime do então líder iraquiano não tinha esse tipo de armamento.
Também já foi embaixador americano na Organização das Naões Unidas (ONU), mas deixou o cargo 14 meses após ser nomeado ao ter a confirmação de seu nome para o posto rejeitada pelo Senado. Desde abril de 2018, ele atua no governo Trump.
Sua fama de belicista e nacionalista o precede. Em suas memórias, conta que, na época em que era estudante da Universidade Yale, sentia-se "um alienígena" entre tantos jovens contrários à guerra no Vietnã.
É um forte defensor do "poder americano" e do fortalecimento das fronteiras. Ele já deixou claro acreditar que o regime norte-coreano e seu programa nuclear representam uma "ameaça iminente" aos Estados Unidos e sugeriu recentemente atacar preventivamente a Coreia do Norte.
"Ele nunca hesitou em assumir a posição mais ameaçadora possível", disse Landler, do Times. "Ao fazer a comparação com a Líbia, ele sabia o que estava fazendo. Mandou uma mensagem de que, se as coisas não forem de um jeito, serão de outro."
Tierney concorda e avalia que "John Bolton está sempre disposto a ir a extremos". "Não estou dentro da sua mente, mas ele parece ter prazer em interferir nas relações diplomáticas americanas", afirma o especialista.
"Bolton acredita na força americana e qu

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